Como escrever um vírus para Linux em cinco passos
( temas focados: Linux, segurança, Windows )
Foobar demonstra como é fácil escrever um vírus para Linux, tirando partido do compromisso que os ambientes de trabalho mais utilizados, Gnome e KDE, fizeram com a facilidade de utilização. Estranhamente, é o tipo de coisa que os apoiantes do software livre, como eu, sempre criticaram no Windows: baixar a segurança do sistema para facilitar a operação a utilizadores menos conhecedores.
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4 comentários:
Em primeiro lugar o que o autor do artigo que mencionas, escreveu foi um script malicioso, ou melhor um trojan e não um virus no verdadeiro sentido da palavra.
Mais a quantidade de passos necessários até que o utilizador execute o código 5 para Linux e 1 (pasme-se) para Windows introduz muitos mais pontos de possivel falha na execução do código isto para não falar da heterogenidade dos sistemas Linux
‘Mais a quantidade de passos necessários até que o utilizador execute o código 5 para Linux e 1 (pasme-se) para Windows’
Lá está, é o que faz lerem só o que interessa..
Os 5 passos são para criar o script! Para o executar são necessários apenas 2 passos.
Ah, e no Windows só é necessário um passo tal como dizes! Chama-se ‘facilidade de utilização’.. (sim, mesmo para o mal)
Cumps!
boas António,
estes artigos são sempre muito úteis pois se forem levados em conta pelos developers tornam os sistemas que gostamos bem mais seguros.
mas é tb verdade que mais uma vez existem dois pontos importantes.
a heterogeneidade dos sistemas NIX para o bem e para o mal, neste caso para o bem torna-os mais seguros, como se diz no artigo, outros window managers não sofrem deste problema e mesmo o gnome e o kde podem corrigi-lo
depois existe também a situação em que não é neste caso, todo o sistema que fica em causa, mas apenas o utilizador que correu esse trojan.
abraço,
rjnunes
Respondendo aos três comentários:
1. Ricardo Almeida: lendo o artigo que referi e o artigo que se lhe seguiu, verás que o teu comentário não tem qualquer razão de ser.
2. Skizofrenik: um dos objectivos do artigo é precisamente alertar que a facilidade de utilização não se pode tornar uma desculpa para ignorar a segurança dos utilizadores.
3. Ricardo Nunes: a heterogeneidade não é um factor de segurança do linux, apenas mais um aborrecimento para quem quiser distribuir software malicioso (e não só) para este sistema operativo. De qualquer forma, o KDE e GNOME são tão omnipresentes neste universo que podem ser considerados quase como detendo 100% dos desktops, tal como hoje o windows é considerado por quem desenvolve este tipo de software. Finalmente, tal como o autor do artigo salienta, não ser capaz de atingir o coração do sistema (e o autor até explica como seria possível fazer isso) não é nenhuma vantagem, já que aquilo que realmente interessa nos nossos computadores *pessoais* é o que se encontra nas nossas /home/ — já para não falar das senhas para contas bancárias e números de cartões de crédito, que podem ser conseguidas com um key-logger a correr como add-on do Firefox, por exemplo…
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