Maracujá!

A presença de António, Sandra e Vanessa na web

Diário e novidades

Publicado em 20 de Abril de 2013 às 0:28 por
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Ligação para vídeo no YouTube (Clicar para ver)

A minha opinião sobre este vídeo, considerando que:

  1. É publicidade;
  2. Na verdade, uma boa parte das mulheres que conheço não se acha bonita (não fiz qualquer estudo científico para fundamentar esta opinião).

A beleza física, baseada em ideais de beleza cada vez mais difíceis de alcançar (já se perguntaram porque será?), está a tornar-se uma condicionante na vida das pessoas, em especial das mulheres. Perseguem esses ideais de beleza com a certeza de que significam, por si só, felicidade e sucesso, encontrando frequentemente a infelicidade por não os conseguirem atingir. Neste filme, isso é mostrado pela imagem negativa que estas mulheres têm de si mesmas. Mas o mais interessante, quanto a mim e procurando não esquecer que estamos na presença de um spot publicitário, é que quando se conhece alguém com quem se espera travar amizade, ou seja, fora de qualquer contexto que promova o antagonismo, as pessoas tendem a focar-se sobre os aspectos positivos dos seus semelhantes. As versões melhores que os originais dos desenhos, baseados nas descrições de estranhos, demonstram-no bem aqui.

Na vida de todos os dias somos naturalmente influenciados pelo aspecto das pessoas que vamos conhecendo. A primeira impressão baseia-se quase sempre apenas nisso mas, ao contrário do que muitos pensam, na maior parte das vezes não são as características físicas que mais influenciam essa primeira impressão mas sim pormenores mais subtis: a atitude, a expressividade corporal, a forma de falar, de ouvir, de sorrir, têm mais influência no nosso subconsciente do que a cor do cabelo ou dos olhos, a presença ou ausência de rugas, a falta ou excesso de massa corporal. Um “obrigado” ou um sorriso na altura certa são muito mais eficazes que um mês de ginásio ou de tratamentos de beleza.

(via Diário de Notícias)

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Publicado em 11 de Fevereiro de 2013 às 16:15 por
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Durante a última semana, quer em conversas com alguns amigos quer na leitura de artigos ou comentários na web social, reparei que uma boa parte da classe média se considera responsável pelo colapso da economia portuguesa.  Ou, melhor dizendo, considera que a culpa é dos muitos portugueses que viveram acima das suas possibilidades, uns incluindo-se, por solidariedade, nesse lote, outros não.  A mentira propalada por decisores, comentadores e comunicação social resultou e entranhou-se no pensamento colectivo.  Sim, é mentira. Não foi porque as famílias portuguesas compraram casa a crédito, nem porque compraram carro, televisões, telemóveis ou férias, nem mesmo porque comeram bifes ou lavaram os dentes com água corrente que Portugal enfrenta a crise actual. Na grande maioria dos casos todas essas despesas e todos esses compromissos a crédito foram assumidos consciente e ponderadamente, cabendo dentro do orçamento familiar. As famílias da classe média portuguesa não viveram, na grande maioria, acima das suas possibilidades.

É certo que algumas o fizeram, que algumas contraíram dívidas que jamais conseguiriam pagar — uma boa mentira necessita sempre de um fundo de verdade, de uns exemplos concretos, para ser credível. É também evidente que nos últimos anos existiu um aumento significativo do crédito mal parado, que muitas famílias deixaram de poder cumprir as suas obrigações e se viram obrigadas a perder a sua habitação, mas não as podemos considerar culpados pela crise já que o seu incumprimento aconteceu depois desta começar, não antes. Estas famílias são vítimas da crise, não as suas causadoras. Tornaram-se incumpridoras em consequência do aumento do desemprego e da diminuição dos rendimentos desde o início das políticas austeritárias. São mesmo assim uma minoria, na classe média, as famílias que não conseguem pagar o que devem (embora continuem — e previsivelmente continuarão — a aumentar enquanto durar a austeridade). Aliás, o facto de muitas famílias conseguirem manter os seus compromissos apesar da perda de rendimentos, superior a 25% nestes últimos anos, é a prova de que a maioria vivia abaixo, e não acima, das suas possibilidades.

Não foi o endividamento das famílias da classe média, portanto, a causa da crise. Se queremos encontrar os culpados pelas dificuldades que estamos a passar teremos de procurar noutro lado. Continuando na dívida particular, é interessante verificar que são as classes mais altas as detentoras da maior parte do crédito mal parado. Ainda na dívida privada, importa realçar que os seus maiores detentores são as grandes empresas e os bancos, que se endividaram no exterior para emprestar a particulares (e distribuir lucros e dividendos chorudos pelos seus associados e gestores). Uma grande parte desta dívida privada, contraída à custa de aplicações financeiras duvidosas (e fraudulentas) e de fuga fiscal através dos mais variados expedientes, está agora a transformar-se em dívida pública por intermédio do resgate aos bancos em dificuldades. E chegamos assim à dívida pública, a pretensa fonte da austeridade. Já vimos os responsáveis por uma parte significativa dela mas há mais, como as parecerias público-privadas, os gastos desnecessários (e muitas vezes desconhecidos), a corrupção, a gestão danosa durante anos do que é público e as más opções políticas tomadas, inconsciente ou deliberadamente, por governos sucessivos.

Esta é a nossa única culpa: a falta de fiscalização democrática e penalização dos responsáveis. Está agora nas nossas mãos sair desta crise, resgatando o estado da destruição que lhe continua a impor esta política. Como? Aqui estão algumas ideias:

  1. Procurando e difundindo informação. Só assim é possível desmontar e denunciar mentiras como esta, que nos imputa a responsabilidade maior pela crise para que o sentimento de culpa nos obrigue a aceitar a perda de direitos e o assalto à nossa dignidade. Sobre a origem e responsabilidades pela dívida, bem como propostas para a sua solução, podes ler o Relatório preliminar da Iniciativa de Auditoria Cidadã à Dívida.
  2. Demitindo este governo. Manter em funções um governo que se tem manifestado incompetente para tirar Portugal desta espiral recessiva, que se preocupa mais em cumprir o serviço da dívida com os credores do que em manter o contrato social com o seu povo, que perdeu a legitimidade democrática ao apresentar sucessivamente leis e decretos-lei inconstitucionais e, principalmente, ao governar contra o programa que sufragou, agrava o problema em vez de nos aproximar da sua solução.
  3. Escolher bem os próximos representantes. A democracia só funciona com cidadãos responsáveis. É preciso ouvir com atenção todas as propostas, julgá-las pelo seu mérito e pela sua adequação à nossa ideia de sociedade. É preciso julgar os agentes políticos pelas experiências passadas. É preciso perder o medo e votar em consciência. Estamos a eleger os nossos representantes, que têm de governar por nós e para nós.
  4. Manter a vigilância democrática. Quaisquer que sejam os escolhidos, o parlamento eleito e o governo nomeado devem decidir de acordo com o programa apresentado e defendido durante a campanha. Os desvios desses programas não devem ser tolerados e, em caso de continuado desrespeito pelos eleitores, os responsáveis devem ser demitidos. Não nos devemos nunca esquecer que em democracia a soberania é do povo, o estado é o povo e os governantes actuam em representação do povo, devendo aplicar a sua vontade. Quando deixam de o fazer a solução é escolher outros, exercendo a soberania que é nossa.

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Publicado em 3 de Janeiro de 2013 às 0:41 por
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Durante um ano Portugal viveu com um Orçamento de Estado (OE) inconstitucional, com a complacência de Tribunal Constitucional (TC) e Presidente da República (PR).  O argumento usado pelo TC para não repor a legalidade foi de que isso tornaria impossível o cumprimento da meta do défice para o ano passado.  Já sabemos que a meta primeiramente acordada não foi cumprida, faltando ainda saber se mesmo os números revistos terão sido atingidos.  Há quem defenda que isso é pouco provável.  Portanto, um ano com um orçamento inconstitucional, inutilmente.  Este ano, apesar de ter dúvidas fundadas sobre a constitucionalidade do OE para 2013, o PR decidiu não impedir a sua entrada em vigor, quer pedindo a sua fiscalização preventiva, quer vetando-o simplesmente.  Continuamos, portanto, a viver num país em que o governo parece estar acima da sua lei fundamental.

Há uns anos, alguém sugeriu a suspensão da democracia por seis meses, para que se pudesse levar a cabo as reformas impossíveis de realizar quando o povo é soberano.  Hoje estamos com a democracia suspensa há 369 dias — o estado de direito é fundamental para a existência de democracia — pelo que talvez valha a pena perguntar se essas reformas estarão a ser implementadas.  Olhando em volta não é difícil responder: a privatização de sectores importantes da nossa economia, a transferência de capital das classes mais baixas para os grandes grupos económicos e financeiros, a precarização do trabalho, a diminuição de direitos e de salários, a destruição do Serviço Nacional de Saúde, da Segurança Social, do Sistema de Educação Público.  O sonho molhado da direita portuguesa está a realizar-se, enquanto assistimos adormecidos.  Acordemos!

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Publicado em 26 de Dezembro de 2012 às 23:36 por
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Desde 2007 que não uso KDE regularmente, altura em que troquei a Kubuntu pela Ubuntu padrão.  Continuei a usar algumas das suas ferramentas — Kate e Kile, principalmente — mas habituei-me primeiro a usar Gnome 2 e as suas ferramentas e, há pouco mais de ano e meio, a nova shell Unity.  Ultimamente estive envolvido em algumas discussões (no bom sentido da palavra) sobre ambientes de trabalho e tive a oportunidade de trabalhar com coisas que não estou habituado, como o Windows 7 e o ambiente XFCE.  Para minha surpresa, tive algumas dificuldades em orientar-me nesses ambientes, uns mais que outros, e em conseguir ser produtivo.

Como há muito não usava o KDE e este foi referido nessas discussões, resolvi instalar a última versão da Kubuntu numa máquina virtual durante este período natalício para ver a evolução da distribuição nos últimos cinco anos.  Fiquei agradavelmente surpreendido, quer pelo aspecto quer pela correcção de alguns dos pormenores que na altura me levaram a mudar, como as traduções, a integração de ferramentas da distribuição mãe e a possibilidade de configuração do ambiente em geral.  Assim, decidi testá-lo em ambiente de produção por uns tempos, porque penso que apenas um teste de vez em quando numa máquina virtual não serve para fazer uma avaliação séria.  É também uma forma de abrir os horizontes, experimentando novas formas de trabalhar, o que é sempre bom.  Por isso, instalei hoje Kubuntu na minha máquina do trabalho e irei mantê-la lá pelo menos mais cinco meses (até sair a 13.04).  Em casa continuo com Ubuntu e no netbook da família tenho Xubuntu, porque KDE e Gnome já são demasiado pesados para ele.  Continuarei também a usar Windows 7 intermitentemente no trabalho (a minha máquina tem dual-boot), pelo que daqui por uns meses poderei tecer opiniões com maior conhecimento de causa do que actualmente sobre qual o melhor desktop – Windows 7, KDE, XFCE ou Unity.  Ficam a faltar a Modern-UI e o Gnome 3 :^)

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Publicado em 8 de Dezembro de 2012 às 15:11 por
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Partilho aqui uma interessante série de artigos sobre um suposto gabinete de monitorização de blogs, mantido pelo governo português. O autor propõe diversas questões sobre a legalidade e interesse de um gabinete deste teor. Na minha opinião, contudo, há mais uma questão sobre a qual importa reflectir: qual a legitimidade de um governo que teme os cidadãos que representa?

A série de artigos: Vamos supor que o governo tem um gabinete só para monitorizar os blogs: 1, 2, 3, 4 e 5.

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Publicado em 11 de Novembro de 2012 às 19:46 por
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Ligação para o vídeo no YouTube (Clicar na imagem para assistir ao filme)

Nos últimos dias, nos meios de comunicação social e nas várias redes sociais na Internet, várias vozes se levantaram contra as palavras de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar, que podem ser conferidas no vídeo acima. Algumas dessas palavras estamos habituados a ouvi-las dos políticos e comentadores habituais, que trouxeram o país ao estado deplorável em que está, como o “estamos a empobrecer porque vivíamos muito acima daquilo que eram as nossas possibilidades” (0:50, 2:03), mas outras foram mais chocantes, especialmente porque proferidas por alguém que, pela sua posição, deveria ter, no mínimo, mais decoro: “há que fazer aqui uma lógica quase de contabilidade doméstica: se nós não temos dinheiro para comer bifes todos os dias não podemos comer bifes todos os dias e então esse empobrecimento é pelo facto de nós estarmos a comer bifes todos os dias ou acharmos que podíamos comer: não podemos.” (2:10), e “Eu estive na Grécia há bem pouco tempo e não gostaria de ver em Portugal aquilo que vi na Grécia: miséria. Em Portugal nós podemos estar mais pobres mas não temos miséria.” (3:08). Se não há miséria em Portugal, gostaria de ouvir a explicação de Isabel Jonet para a experiência da Sandra há seis meses.

No entanto, na minha opinião, o mais grave tem passado relativamente despercebido: “temos hoje em dia uma pobreza que é mais conjuntural e que faz com que apareçam pessoas que não têm rendimentos porque não têm lugar no mercado de trabalho apesar de terem qualificações (…) mas essas pessoas, apesar de tudo são pessoas que têm de ser ajudadas sobretudo para não ficarem completamente enraivecidas contra a falência total de um sistema que não lhes permite sequer estarem integradas” (4:50). E aqui está a verdadeira razão para a caridadezinha desta gente, dita com todas as letras. Evitar que as pessoas fiquem enraivecidas, evitar que se revoltem contra a sua situação e contra o sistema que as coloca de parte. O importante é manter estas pessoas caladas, submissas, subservientes, manter a situação actual. Perceberam agora para que serve a caridade?

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Publicado em 28 de Outubro de 2012 às 11:00 por
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Adicionei os trabalhos de Administração de Sistemas Informáticos, Compilação e Sistemas e Serviços Web, que fiz no semestre passado, ao respectivo repositório aqui no Maracujá.

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Publicado em 7 de Outubro de 2012 às 11:31 por
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Actualizei a minha chave OpenPGP e a minha chave anterior será revogada em breve.  Assim, quem desejar comunicar comigo de forma segura ou verificar as assinaturas digitais das minhas mensagens de correio electrónico deve importar a minha chave pública deste servidor ou de um dos servidores de chaves OpenPGP (a chave deve estar neste momento a ser replicada por todos os públicos).  A impressão digital da chave é 1E43 5EE2 1D1E 8C36 6390 8899 CD28 DBF6 7695 5988, que pode também ser confirmada pessoalmente para os amigos[1].

[1]  Atenção: verificar a autenticidade de uma chave com uma impressão digital retirada de uma página web não é seguro, devido à possibilidade de um ataque man-in-the-middle.  Para uma segurança completa, as impressões digitais de chaves OpenPGP devem ser trocadas pessoalmente ou por um meio de comunicação em que os intervenientes se possam identificar inequivocamente (ex: telefone).

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Publicado em 5 de Julho de 2012 às 0:09 por
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Ontem a democracia venceu no Parlamento Europeu, apesar da posição do governo português sobre o assunto, numa clara demonstração que a união faz a força e de que as acções dos cidadãos, seja na rua, seja em petições públicas, seja por outros meios, por vezes surtem efeito.  Rick Falkvinge sugere, como agradecimento, o envio de flores aos eurodeputados.  Se, como eu, tiverem algum problema com oferecer flores, podem por exemplo enviar-lhes um postal ou uma mensagem de correio electrónico a agradecer os votos.  Paula Simões publicou um artigo com a lista dos eurodeputados portugueses que participaram nesta eleição, incluindo a sua posição em cada votação.  Esse artigo tem ligações para as páginas pessoais dos eurodeputados onde estão disponíveis os endereços de correio electrónico e convencional.  Assim, que tal mostrarmos o nosso apreço por uma boa decisão?

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Publicado em 18 de Maio de 2012 às 23:37 por
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Num telefonema à editora de política do jornal, na quarta-feira, Miguel Relvas ameaçou fazer um blackout noticioso do Governo contra o jornal e divulgar detalhes da vida privada da jornalista Maria José Oliveira, de quem tinha recebido nesses dias um conjunto de perguntas relativas a contradições nas declarações que prestara, no dia anterior, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

(…)

As excepções à regra de não divulgação das pressões apenas devem ser consideradas quando existam violações da lei. A direcção consultou o advogado do jornal, Francisco Teixeira da Mota, que considerou não ser esse o caso.

Talvez, como o advogado do jornal defende, este comportamento de Miguel Relvas não seja ilegal.  É, no entanto, moralmente reprovável, em especial num Ministro da República Portuguesa.  Num qualquer país civilizado, o ministro já se teria demitido, ou alguém o teria demitido se não percebesse por si só essa obrigação.  Mas estamos em Portugal, o país do “se lá estivesse, faria o mesmo“.

O PÚBLICO e as pressões de Miguel Relvas – Política – PUBLICO.PT.

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